
Partiam melódicos com o
Demis Roussos pela estrada fora. Rolavam
felizes, na Primavera, para um
piquenique
num pinhal qualquer, a caminho do
Meco. Paravam o
Mini
em domingos molhados numa valeta de
Sacavém e, enquanto as
Sagres
esperavam por eles no
frigorífico, saíam à caça de
caracóis. Metiam na
mala,
quando vinham as férias, a
tenda comprada a prestações e desa-
-pareciam para o sol do
Algarve,
dependurando sob as
estrelas, por escassos dias, a
cama de rede e o
petromax.
Depois, a curva por Estremoz e o
Demis Roussos pela estrada fora. Rolavam
felizes, na Primavera, para um
piquenique
num pinhal qualquer, a caminho do
Meco. Paravam o
Mini
em domingos molhados numa valeta de
Sacavém e, enquanto as
Sagres
esperavam por eles no
frigorífico, saíam à caça de
caracóis. Metiam na
mala,
quando vinham as férias, a
tenda comprada a prestações e desa-
-pareciam para o sol do
Algarve,
dependurando sob as
estrelas, por escassos dias, a
cama de rede e o
petromax.
Depois, a curva por Estremoz e o
Arraial. Setembro, o Avante e o
Álvaro Cunhal. O Norte viria pelo
Natal:
andavam de burro em Samaiões e comiam
alheiras, voltando bucólicos ao
Alto do Pina,
para se domesticarem,
televisivos, com as
variedades do
Reveillon.
Largavam de Mini, no dia seguinte, cruzando
melódicos, com o
Demis Roussos, a Marginal, até à
Boca do Inferno.
“Pevides, tremoços, queijadas de Sintra!”
Álvaro Cunhal. O Norte viria pelo
Natal:
andavam de burro em Samaiões e comiam
alheiras, voltando bucólicos ao
Alto do Pina,
para se domesticarem,
televisivos, com as
variedades do
Reveillon.
Largavam de Mini, no dia seguinte, cruzando
melódicos, com o
Demis Roussos, a Marginal, até à
Boca do Inferno.
“Pevides, tremoços, queijadas de Sintra!”

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